CASO DE SUCESSO
Como a Clarel alcançou mais de 84% de engajamento na sua formação com gamificação
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May 26, 2026
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O aprendizado corporativo mudou de forma irreversível. A proliferação dos dispositivos móveis, o acesso instantâneo à informação e a transformação dos ambientes de trabalho deram origem a um novo paradigma de treinamento: a modern learning experience. Organizar um único curso anual já não é suficiente; os colaboradores aprendem a qualquer momento, de qualquer lugar e em múltiplos formatos.
O modern learning parte de duas realidades do ambiente de trabalho atual. A primeira: as necessidades dos colaboradores mudam rapidamente, por isso o aprendizado não pode ser uma atividade para a qual “é preciso parar tudo e ir aprender”. A segunda: a tecnologia está presente em todos os momentos do dia, e os colaboradores já a utilizam de forma natural para acessar informações, resolver dúvidas e se conectar com colegas.
Segundo uma análise da eLearning Industry, o aprendizado moderno mudou permanentemente porque os profissionais não aprendem em blocos de tempo reservados — aprendem de forma contínua, fragmentada e contextual. A modern learning experience é a resposta das organizações a essa realidade: projetar o treinamento para que se encaixe na forma como as pessoas realmente aprendem, e não na forma que é mais conveniente para a empresa entregar.
Isso implica conteúdos acessíveis pelo celular, formatos curtos, aprendizado entre pares, trilhas personalizadas e plataformas que complementam o trabalho em vez de interrompê-lo.
O modern learner é o colaborador que internalizou os padrões de consumo digital e os aplica também ao aprendizado. Não se trata de um perfil geracional: é um padrão de comportamento presente em praticamente todas as faixas etárias. Compreender suas necessidades é o ponto de partida de qualquer estratégia de treinamento eficaz.
A tendência de usar dispositivos móveis para aprender está crescendo, e o smartphone se consolidou como a ferramenta preferida. Os colaboradores esperam acessar conteúdos de treinamento da mesma forma que acessam qualquer outra informação: pelo celular, em segundos. Isso é especialmente crítico para os trabalhadores de primeira linha, que não têm acesso a um computador durante o turno e para quem o celular é o único canal de treinamento viável.
Os colaboradores não querem esperar pelo próximo módulo programado para resolver uma dúvida específica. O aprendizado just-in-time atende à necessidade de acessar a informação certa no momento exato em que ela é necessária. Um vendedor que não lembra o procedimento de devolução, um comercial que precisa revisar as características de um produto antes de uma reunião: esses são os momentos de aprendizado real, e o modern learning os atende.
O volume de conteúdo disponível cresceu exponencialmente, mas o tempo dos colaboradores é limitado. Os modern learners valorizam conteúdos que vão direto ao ponto, são bem elaborados e podem ser consumidos em poucos minutos. A qualidade já não é opcional: eles competem com Netflix, YouTube e podcasts profissionais.
Segundo o Workplace Learning Report 2024 do LinkedIn Learning, 90% das organizações afirmam que o desenvolvimento profissional é uma prioridade para reter talentos. Os colaboradores já não separam o aprendizado do desenvolvimento de carreira: querem que o treinamento recebido tenha impacto direto em suas competências e oportunidades de crescimento.
Os formatos longos têm taxas de abandono muito elevadas. O microconteúdo — pílulas de 3 a 7 minutos, infográficos, vídeos curtos — responde ao padrão real de atenção do modern learner. Não é uma concessão à dispersão, mas uma adaptação à forma como a informação é melhor processada e retida, segundo a ciência da aprendizagem.
Transformar o treinamento para o modelo de modern learning não exige grandes investimentos iniciais. Exige, sim, mudar a abordagem: passar do design centrado na empresa para o design centrado no colaborador. Estes quatro pilares sustentam qualquer estratégia sólida.
O aprendizado precisa ter relevância direta para a função. Se um colaborador não vê utilidade imediata no que está aprendendo, não vai absorver o conteúdo. O engajamento é construído conectando o conteúdo de treinamento aos desafios reais do dia a dia: o que preciso saber para fazer melhor o meu trabalho hoje? Isso também implica envolver os líderes de equipe no design das trilhas, não apenas o departamento de T&D.
O acesso mobile não é um complemento — é o canal principal para a maioria dos perfis de linha de frente. Uma estratégia de modern learning que não seja mobile-first está ignorando grande parte do seu público. Além do dispositivo, mobilidade significa projetar conteúdos que funcionem nas condições reais de uso: telas pequenas, conexão intermitente, janelas de tempo curtas. Saiba mais sobre como a mobilidade impacta o treinamento em nosso artigo sobre as vantagens do mobile learning.
O conhecimento não vive apenas nos cursos — vive também nos colegas. As organizações que incorporam o aprendizado social — comentários, fóruns, avaliações, espaços de troca — aproveitam o conhecimento distribuído que já existe na empresa. Um LMS com funcionalidades sociais facilita esse tipo de aprendizado colaborativo em escala.
Nem todos os colaboradores precisam da mesma coisa. Personalização no modern learning significa adaptar as trilhas formativas ao cargo, ao nível de experiência e aos objetivos de cada pessoa. Isso não exige IA de última geração: começa com uma segmentação correta de públicos e a atribuição de conteúdos relevantes para cada perfil.
Para entender o alcance da mudança, nada melhor do que comparar as duas abordagens nas dimensões que mais impactam a experiência do colaborador e os resultados da organização.
| Dimensão | Treinamento tradicional | Modern learning experience |
|---|---|---|
| Acesso | Sala de aula física ou e-learning em horário fixo | Qualquer dispositivo, a qualquer momento |
| Formato | Cursos longos e lineares | Microconteúdos, vídeo, aprendizado social |
| Personalização | Mesmo treinamento para todos | Trilhas adaptadas ao cargo e perfil |
| Relevância | Calendário de treinamento da empresa | Necessidade real do colaborador (just-in-time) |
| Mensuração | Taxa de presença / conclusão | Impacto no desempenho e nos resultados do negócio |
| Tecnologia | LMS básico ou presencial | LMS + aplicativo mobile + ferramentas colaborativas |
O modern learning não é uma técnica única, mas um ecossistema de metodologias complementares. Estas são as mais relevantes para equipes corporativas.
O mobile learning é a resposta lógica às necessidades do modern learner: aprendizado disponível a qualquer momento e em qualquer lugar, por meio de smartphones ou tablets. Permite concluir cursos, avaliações e atividades pelo celular, sendo especialmente valioso para colaboradores sem posto de trabalho fixo. Conheça as principais vantagens do mobile learning no treinamento corporativo.
O microlearning divide o conteúdo em pequenas doses de 3 a 7 minutos, fáceis de consumir e reter. É especialmente eficaz para treinamento no ponto de trabalho: um colaborador pode revisar um procedimento antes de executá-lo, ou atualizar uma norma exatamente quando precisa. Descubra o que é microlearning e como aplicá-lo.
O aprendizado autodirigido devolve ao colaborador o controle sobre seu próprio desenvolvimento: ele escolhe o que aprende, quando e em qual ritmo. As organizações que estimulam essa autonomia obtêm colaboradores mais motivados e com maior capacidade de adaptação às mudanças. O papel do departamento de T&D passa de prescritor de conteúdos para curador de recursos e facilitador do acesso.
O aprendizado social parte de uma evidência: 70% do aprendizado real no trabalho ocorre por meio da interação com colegas, não em cursos formais (modelo 70-20-10). Incorporar espaços de troca, mentoria e cocriação de conteúdo multiplica o impacto do treinamento.
A gamificação aplica mecânicas de jogo — pontos, medalhas, rankings, desafios — ao contexto de treinamento para aumentar a motivação e o engajamento. Não se trata de transformar o treinamento em um jogo, mas de ativar os mecanismos de recompensa e competição saudável que fazem os colaboradores quererem continuar aprendendo. Explore nosso guia sobre gamificação nas empresas para estratégias práticas.
O blended learning combina treinamento presencial com aprendizado digital, aproveitando o melhor de cada formato: a profundidade e a interação humana do espaço físico com a flexibilidade e a escalabilidade do digital. É especialmente útil em processos de onboarding ou programas de desenvolvimento de lideranças. Saiba mais sobre blended learning e o futuro do treinamento corporativo.
A Clarel é um exemplo de como o mobile learning e a gamificação podem transformar os resultados de treinamento em um ambiente de varejo com múltiplos pontos de venda. Com a isEazy, a empresa conseguiu capacitar seus profissionais de forma simultânea em todas as lojas, alcançando 84% de engajamento em seus programas de treinamento. Descubra como fizeram →
Implementar uma estratégia de modern learning requer dois ingredientes: conteúdos bem elaborados e uma plataforma que os distribua de forma eficaz. Um LMS moderno é a base tecnológica que permite gerir trilhas de aprendizado, acompanhar o progresso dos colaboradores e personalizar a experiência de treinamento em escala.
Mas para as equipes de linha de frente — aquelas que trabalham na loja, em campo ou sem acesso a um computador — o LMS sozinho frequentemente não é suficiente. O isEazy Engage é uma solução projetada especificamente para esses perfis: reúne em um único aplicativo o treinamento em microformato, a comunicação interna e a gestão operacional, eliminando a fragmentação de canais e garantindo que a mensagem — e o aprendizado — chegue a todos os pontos da organização.
Quer ver como funciona na prática? Solicite uma demo do isEazy Engage e descubra como transformar o treinamento das suas equipes de linha de frente.
O e-learning tradicional baseia-se em cursos estruturados, com duração fixa e consumidos num momento determinado. O modern learning, por outro lado, integra o aprendizado no fluxo de trabalho diário: é contínuo, acessível a partir de qualquer dispositivo e combina múltiplos formatos, como microlearning, vídeo, aprendizado social e gamificação. A diferença fundamental não é tecnológica, mas filosófica: o modern learning parte das necessidades reais do colaborador, não do calendário de treinamento da empresa.
O ponto de partida é entender como os colaboradores realmente aprendem: quais dispositivos utilizam, quando têm tempo para se capacitar e quais habilidades precisam desenvolver. A partir daí, a estratégia deve combinar quatro elementos: engajamento (aprendizado relevante para a função), mobilidade (acesso via mobile a qualquer momento), colaboração (troca de conhecimento entre colegas) e personalização (trilhas adaptadas a cada perfil). Um LMS moderno ou uma solução como o isEazy Engage pode atuar como eixo central dessa estratégia, especialmente para equipes distribuídas ou de linha de frente.
Não existe uma ferramenta única: o modern learning apoia-se num ecossistema tecnológico. O mais comum é combinar um LMS para gerir e distribuir conteúdos, uma ferramenta de autoria para criar cursos interativos e soluções mobile para alcançar colaboradores sem posto fixo. Para equipes de linha de frente (varejo, logística, hotelaria), soluções como o isEazy Engage permitem unificar treinamento, comunicação e operações em um único aplicativo, reduzindo a dependência de múltiplos canais desconectados.
Não. Embora as grandes corporações tenham sido as primeiras a adotá-lo, o modern learning é acessível a organizações de qualquer porte. Na verdade, as empresas de médio porte costumam se beneficiar mais, pois têm maior agilidade para transformar sua dinâmica de treinamento. O essencial não é o orçamento, mas a disposição de adaptar o aprendizado à forma como os colaboradores realmente trabalham e aprendem. Existem soluções escaláveis que permitem começar de forma simples: um LMS acessível, conteúdos em microformato e acesso mobile já representam um salto qualitativo em relação ao treinamento presencial tradicional.