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March 27, 2026
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O modelo ADKAR é um dos frameworks de gestão da mudança mais utilizados no mundo empresarial. Desenvolvido pela Prosci a partir da análise de mais de 700 projetos de mudança, oferece um roteiro individual e sequencial que permite a cada pessoa — e, portanto, a toda a organização — adotar e manter as transformações de forma duradoura.
Neste artigo você encontrará um guia completo: o que é e por que importa, para que serve, suas 5 fases com tabela resumo, vantagens e desvantagens, como implementar passo a passo, exemplos reais por setor, erros frequentes e como as ferramentas digitais de aprendizagem aceleram cada etapa.
O modelo ADKAR é um framework de gestão da mudança centrado nas pessoas, e não nos processos nem nas estruturas organizacionais. Isso o diferencia radicalmente de outros modelos: enquanto abordagens como a de Kotter trabalham no nível de liderança e cultura coletiva, o ADKAR parte de uma premissa fundamental — a mudança organizacional só ocorre quando cada indivíduo muda.
Foi desenvolvido por Jeff Hiatt, fundador da Prosci, após a análise de projetos de mudança em mais de 700 organizações. Sua conclusão foi que a maioria dos fracassos não se devia a erros técnicos ou de planejamento, mas ao fato de as pessoas não terem superado alguma das cinco condições necessárias para adotar a mudança.
Segundo o Best Practices in Change Management Report 2023 da Prosci, 70% das iniciativas de mudança fracassam principalmente por resistência das pessoas e falta de suporte da liderança — não por questões técnicas. O ADKAR aborda exatamente essas causas.
Ao contrário de modelos como o de Kotter (focado em oito etapas de transformação cultural) ou o de Lewin (Descongelar–Mudar–Recongelar), o ADKAR é operacional e mensurável: pode-se avaliar em qual fase cada pessoa está bloqueada e agir de forma direcionada. Por isso é especialmente valioso para equipes de RH e L&D que precisam demonstrar resultados concretos.
O modelo ADKAR serve para diagnosticar, planejar e executar qualquer tipo de mudança organizacional — desde a implantação de um novo sistema tecnológico até uma transformação cultural ou um processo de fusão — garantindo que as pessoas realmente adotem os novos comportamentos e não apenas os conheçam.
Suas aplicações mais frequentes nas empresas incluem: implantação de novos sistemas (ERP, LMS, CRM), mudanças em processos operacionais, programas de transformação digital, onboarding após fusões ou aquisições e desenvolvimento de novas competências em escala.
Cada fase do ADKAR é um pré-requisito da seguinte. Se uma pessoa não superar a fase de Conscientização, não poderá desenvolver o Desejo; se não tiver Conhecimento, nunca desenvolverá Habilidade real. A seguir, o resumo das cinco fases com seu significado prático e o sinal que indica que essa fase está bloqueada.
| Fase ADKAR | O que significa na prática | Sinal de bloqueio |
|---|---|---|
| Conscientização (Awareness) | O colaborador entende por que a mudança é necessária e quais riscos implica não mudar | "Por que mudamos se isso já funcionava?" — narrativas de resistência baseadas em desconhecimento |
| Desejo (Desire) | O colaborador quer participar e apoiar a mudança de forma ativa e voluntária | Resistência passiva, baixa participação, falta de envolvimento voluntário no processo |
| Conhecimento (Knowledge) | O colaborador sabe exatamente como implementar a mudança no seu dia a dia e qual é o seu novo papel | Erros frequentes nos novos processos, excesso de consultas ao gestor ou à equipe |
| Habilidade (Ability) | O colaborador aplica com sucesso os novos conhecimentos em situações reais e de forma autônoma | Sabem a teoria, mas não a executam sozinhos; dependência contínua de suporte externo |
| Reforço (Reinforcement) | Os novos comportamentos se consolidam e se mantêm a longo prazo sem regressão | Retorno gradual aos hábitos anteriores após 2 a 3 meses da implantação da mudança |
A Conscientização não é simplesmente comunicar que haverá uma mudança. É fazer com que cada pessoa entenda o motivo de fundo: o risco de não mudar, a oportunidade que a mudança representa e como ela a afeta pessoalmente. Sem essa compreensão, a resistência é inevitável. As comunicações internas segmentadas por cargo, os vídeos da liderança explicando o “porquê” e as sessões informativas são as ferramentas-chave nessa fase.
O Desejo é a fase mais difícil de gerenciar porque depende de fatores pessoais — valores, medos, interesses profissionais — que variam de pessoa para pessoa. Os líderes atuam aqui como agentes de mudança: sua credibilidade e envolvimento influenciam diretamente se as equipes decidem aderir ao processo. Não se pode forçar o Desejo, mas é possível cultivá-lo por meio de mentoring, Q&A com gestores e conteúdos de aprendizagem social.
O Conhecimento abrange tanto o “o quê” quanto o “como”: o colaborador precisa saber o que mudará em seu papel e como executar os novos processos. Aqui entram os programas de treinamento, guias de procedimentos e tutoriais de sistemas. Plataformas como um LMS como o isEazy LMS permitem personalizar os conteúdos por cargo e acompanhar em tempo real quem já completou o treinamento e quem ainda não passou por essa fase.
A Habilidade é a fase onde teoria e prática se unem. Não basta saber — é preciso ser capaz de executar em situações reais com qualidade e autonomia. Simulações, role-playing, prática supervisionada e feedback imediato são os mecanismos mais eficazes. Um colaborador que “sabe” mas não “consegue” está bloqueado nessa fase: o problema não é falta de conhecimento, mas falta de prática.
O Reforço é a fase mais subestimada. Sem mecanismos que consolidem os novos comportamentos — reconhecimento, sistemas de acompanhamento, revisões periódicas — as pessoas tendem a voltar aos hábitos anteriores. A Prosci recomenda estabelecer indicadores de adoção (dashboards de uso, taxas de conclusão, métricas de desempenho pós-mudança) e vinculá-los ao acompanhamento regular da liderança.
Implementar o ADKAR não consiste em seguir um checklist, mas em construir um sistema que acompanhe cada pessoa pelas cinco fases. A seguir, os passos-chave e as ferramentas mais eficazes para cada um.
Antes de desenhar qualquer ação, avalie em qual fase cada grupo de colaboradores está bloqueado. O “ADKAR Assessment” da Prosci é uma ferramenta de diagnóstico que atribui uma pontuação de 1 a 5 para cada fase de cada pessoa. Isso permite priorizar recursos e personalizar a intervenção, em vez de lançar ações genéricas para todos.
Cada fase requer um tipo de intervenção diferente. A Conscientização trabalha com comunicação; o Desejo, com liderança e motivação; o Conhecimento, com treinamento; a Habilidade, com prática e feedback; o Reforço, com sistemas de acompanhamento e reconhecimento. Misturar ações de fases diferentes sem diagnóstico prévio é um dos erros mais comuns.
O ADKAR pressupõe que os líderes diretos são os principais agentes de mudança. Sem seu envolvimento ativo — especialmente nas fases de Desejo e Reforço — o processo terá mais resistência. Preparar os líderes para responder dúvidas, dar feedback e reconhecer avanços é tão importante quanto a formação técnica dos colaboradores.
Definir KPIs específicos para cada fase: taxas de alcance das comunicações (Conscientização), participação voluntária (Desejo), taxas de conclusão do treinamento (Conhecimento), avaliações de desempenho pós-mudança (Habilidade) e indicadores de adoção a longo prazo (Reforço). Sem medição, não há gestão.
O ADKAR não é um processo linear que se executa uma única vez. À medida que o projeto avança, novas resistências surgem, algumas pessoas regridem para fases anteriores e o contexto muda. Revisões periódicas do diagnóstico (mensais ou por marco do projeto) permitem realocar recursos e ajustar intervenções antes que os bloqueios se tornem críticos.
Conhecer os erros mais frequentes na implementação do ADKAR é tão valioso quanto entender o modelo em si. Com base na experiência de projetos reais de gestão da mudança, estes são os cinco erros mais recorrentes:
O erro mais comum: lançar o treinamento (Conhecimento) sem ter construído a Conscientização ou o Desejo. O resultado é resistência ao treinamento, baixas taxas de conclusão e rejeição do sistema ou processo novo. O ADKAR é sequencial por design — pular fases não acelera o processo, apenas adia o fracasso.
Muitas organizações implementam o ADKAR uma vez e assumem que a mudança está concluída. Na realidade, a fase de Reforço requer acompanhamento durante meses. O STF Group, que alcançou 87% de conclusão em seu programa de liderança com isEazy, é um bom exemplo de organização que manteve o processo de Reforço ativo muito além do lançamento.
Nem todos os grupos de colaboradores estão bloqueados na mesma fase. Aplicar a mesma intervenção para toda a organização ignora essa heterogeneidade e desperdiça recursos. O diagnóstico precisa ser feito por departamento, cargo e localização geográfica quando há operações distribuídas.
O Desejo não se consegue com comunicados corporativos. Depende criticamente do comportamento dos líderes diretos: se eles não demonstram convicção na mudança, seus times não a terão. Preparar líderes para comunicar o “porquê” de forma autêntica é um investimento que multiplica os resultados de toda a implementação.
O lançamento de um sistema ou processo não equivale à sua adoção. Muitas organizações medem o uso nos primeiros dias e assumem que a mudança foi concluída. A verdadeira adoção mede-se a 3, 6 e 12 meses — e é nesses momentos que a fase de Reforço demonstra seu valor real.
Funcionalidades
Vantagens
Preços
Funcionalidades
Vantagens
Preços
A transformação digital multiplicou tanto a velocidade quanto a complexidade das mudanças organizacionais. Nesse contexto, as ferramentas digitais de aprendizagem não são apenas um complemento ao ADKAR — são um acelerador estrutural de cada fase.
Um LMS (Learning Management System) permite gerir o Conhecimento e a Habilidade em escala: atribuir percursos formativos personalizados por cargo, acompanhar o progresso em tempo real e detectar quem está bloqueado antes que isso afete o projeto. Mas seu impacto vai além do treinamento.
Um catálogo de habilidades como o isEazy Skills complementa o LMS na fase de Reforço: ao vincular os novos comportamentos a competências mensuráveis e percursos de desenvolvimento contínuo, garante que a mudança não seja um evento isolado, mas parte da cultura de aprendizagem da organização.
| Critério | ADKAR | Kotter (8 etapas) |
|---|---|---|
| Foco | Individual | Organizacional/cultural |
| Unidade de análise | Pessoa | Organização |
| Mensurabilidade | Alta (pontuação por fase) | Média (qualitativa) |
| Aplicabilidade | Qualquer tipo de mudança | Transformações culturais |
| Integração com L&D | Nativa (formação por fase) | Indireta |
O ADKAR não é o único framework de gestão da mudança, e nem sempre é a melhor escolha. Conhecer suas diferenças com outros modelos ajuda a selecionar a abordagem mais adequada ao contexto de cada projeto.
ADKAR vs. Kotter: o modelo de Kotter propõe oito etapas de transformação cultural — desde criar senso de urgência até consolidar a mudança. É mais adequado para transformações estratégicas de longo prazo que requerem redefinição cultural. O ADKAR é mais operacional e mensurável, ideal para mudanças com impacto direto no comportamento individual (novos sistemas, novos processos, novos papéis).
ADKAR vs. Lewin: o modelo de Lewin (Descongelar–Mudar–Recongelar) é mais simples e conceitual. É útil para compreender a lógica geral de qualquer mudança, mas oferece pouca orientação operacional sobre como agir. O ADKAR detalha o “como” em cada fase individual, o que o torna mais acionável para equipes de RH e L&D.
Quando usar o ADKAR: implantações tecnológicas (ERP, LMS, CRM), mudanças de processo que afetam papéis específicos, programas de upskilling ou reskilling em escala, e qualquer mudança onde a resistência individual seja o principal risco.
Quando complementar o ADKAR com outros modelos: em transformações culturais profundas, fusões e aquisições ou redesenhos organizacionais, combine o ADKAR com frameworks sistêmicos como Kotter ou metodologias ágeis para cobrir tanto a dimensão individual quanto a organizacional.
Ver o modelo ADKAR em ação em contextos reais ajuda a entender como transpor cada fase para situações concretas. A seguir, quatro exemplos representativos por tipo de mudança e setor, com a aplicação prática de cada fase.
| Tipo de mudança / Setor | Conscientização + Desejo | Conhecimento + Habilidade + Reforço |
|---|---|---|
| Implantação de novo LMS — Varejo/FMCG | Comunicados do CEO sobre o porquê; demos voluntárias com incentivo para early adopters | Cursos de onboarding no próprio LMS; piloto por loja com feedback; dashboards de uso e reconhecimento a equipes ativas |
| Transformação digital — Bancos e seguros | Sessões de liderança com dados do risco digital; planos de carreira vinculados a novas competências | Rota formativa por cargo; sandboxes de prática segura; certificações internas e métricas de adoção mensais |
| Mudança de modelo operacional — Indústria/Manufatura | Visitas a plantas piloto; depoimentos de supervisores que já trabalharam com o novo modelo | Treinamento em chão de fábrica com tutores internos; OJT estruturado; KPIs de produção antes e depois da mudança |
| Programa de liderança — Empresas de serviços | Workshop de abertura com o CEO; entrevistas individuais com gestores sobre o impacto esperado em sua equipe | Módulos de e-learning por competência; simulações de situações difíceis; acompanhamento de 90 dias com mentor |
A escolha da ferramenta certa para cada fase não é trivial. O mercado oferece dezenas de plataformas e formatos, mas nem todos são igualmente eficazes para cada etapa do ADKAR. Esta seleção está baseada na eficácia demonstrada em projetos reais de gestão da mudança:
O modelo ADKAR não é uma fórmula mágica, mas é o framework mais rigoroso e acionável disponível para garantir que as mudanças organizacionais sejam realmente adotadas pelas pessoas. Sua lógica sequencial, seu foco no indivíduo e sua mensurabilidade o tornam especialmente valioso para equipes de RH e L&D que precisam demonstrar resultados concretos em projetos de transformação.
A chave para implementá-lo com sucesso está em três princípios: diagnosticar antes de agir (para saber em qual fase cada grupo está bloqueado), envolver a liderança como agente ativo (especialmente nas fases de Desejo e Reforço) e usar ferramentas digitais de aprendizagem que acelerem cada fase de forma mensurável.
Um LMS como o isEazy permite gerir o Conhecimento e a Habilidade em escala, enquanto um catálogo de habilidades garante que os novos comportamentos se convertam em competências duradouras. Juntos, esses recursos cobrem todas as fases do ADKAR de forma integrada e rastreável.
Implementar o modelo ADKAR com sucesso exige mais do que apenas seguir as etapas: você precisa das ferramentas certas para ativar cada fase da jornada dos seus colaboradores. Uma ferramenta de autoria permite criar conteúdos e-learning interativos para a fase de Conhecimento; um LMS gerencia a distribuição, o acompanhamento e o Reforço; e um catálogo de conteúdos disponibiliza ao seu time formações para desenvolver as competências-chave na fase de Habilidade. Quer ter tudo isso em um só lugar? isEazy LMS é uma plataforma LMS tudo-em-um com IA. Automatize processos, aproveite mais de 600 cursos prontos para uso ou crie seus próprios conteúdos com a ajuda da IA. Tudo em uma única plataforma. Solicite uma demonstração e descubra como a isEazy pode se adaptar à mudança que você está liderando na sua organização.
O modelo ADKAR é um framework de gestão da mudança desenvolvido pela Prosci que ajuda indivíduos e organizações a se adaptarem a novas formas de trabalho ou tecnologia. ADKAR é um acrônimo que descreve cinco fases necessárias para uma mudança bem-sucedida: Conscientização (Awareness), onde os colaboradores compreendem a necessidade da mudança; Desejo (Desire), que os motiva a se envolver; Conhecimento (Knowledge), onde aprendem como implementar a mudança; Habilidade (Ability), para aplicar o conhecimento em suas tarefas; e Reforço (Reinforcement), que consolida a mudança a longo prazo.
Entre os erros comuns ao implementar o ADKAR estão: avançar na fase de Conscientização sem comunicar claramente a necessidade da mudança, subestimar a importância de motivar os colaboradores na fase de Desejo, oferecer treinamento insuficiente na fase de Conhecimento e não reforçar adequadamente os novos hábitos na fase de Reforço. Para evitar esses erros, é essencial dedicar tempo a cada fase, fornecer apoio constante e estabelecer um sistema de acompanhamento e comunicação a longo prazo.
O modelo ADKAR se diferencia de outros frameworks por seu foco no nível individual e sua estrutura em cinco fases. Enquanto o modelo de Kotter concentra-se na liderança e na mudança cultural em oito etapas, e o modelo de Lewin em uma transição estruturada de três fases (Descongelar, Mudar e Recongelar), o ADKAR centra-se nas pessoas, ajudando-as a superar resistências e desenvolver as habilidades necessárias para a mudança. O ADKAR é ideal para mudanças que exigem aceitação individual, enquanto Kotter e Lewin podem ser mais adequados para transformações em maior escala.
Para consolidar a mudança na fase de Reforço, é importante estabelecer um sistema de incentivos e reconhecimento — como recompensas ou feedback positivo — que motive os colaboradores a manter as novas práticas. Também é recomendável realizar avaliações periódicas do progresso e continuar comunicando os benefícios e conquistas da mudança. Além disso, o uso de lembretes e a realização de sessões de recapitulação podem ajudar os novos hábitos a se tornarem parte integrante do trabalho diário dos colaboradores.
O tempo necessário para implementar o modelo ADKAR varia de acordo com a magnitude da mudança, o tamanho da organização e o grau de resistência interna. Segundo a Prosci, um projeto de mudança de escala média pode exigir entre 3 e 12 meses para completar todas as fases com eficácia. Mudanças tecnológicas ou culturais de grande alcance podem se estender até 18 a 24 meses. O mais importante não é a velocidade, mas não pular nenhuma fase: as organizações que ignoram a fase de Desejo ou de Reforço apresentam taxas de fracasso significativamente mais altas. Um diagnóstico ADKAR prévio — avaliando o nível de cada fase nos colaboradores-chave — permite estimar prazos realistas e antecipar obstáculos antes que bloqueiem o avanço.
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