CASO DE SUCESSO
Como a MAPFRE transformou o aprendizado em vendas com a isEazy
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May 7, 2026
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Os modelos de treinamento online são as diferentes formas pelas quais uma empresa pode estruturar e distribuir sua formação digital: desde o envio de conteúdos para uma intranet até a implantação de um LMS completo com acompanhamento individualizado. A escolha do modelo adequado determina a eficácia do aprendizado, o custo e a escalabilidade do programa de treinamento.
A tecnologia transformou radicalmente a forma como as empresas treinam suas equipes. Mas digitalizar o treinamento não é apenas uma mudança de formato: significa repensar a estratégia de aprendizagem, os recursos tecnológicos disponíveis e o perfil dos colaboradores que irão aprender. Antes de escolher um modelo, vale a pena fazer as perguntas certas.
O treinamento online não é apenas uma resposta à pandemia: é a evolução natural de como as equipes aprendem em ambientes de trabalho distribuídos e em constante mudança. Segundo o Workplace Learning Report 2024 do LinkedIn Learning, 90% das organizações estão preocupadas com a retenção de talentos, e o aprendizado contínuo é o segundo fator mais valorizado pelos colaboradores para permanecer em uma empresa.
Além disso, segundo o Brandon Hall Group, as empresas que implementam e-learning reduzem em 40–60% o tempo dedicado ao treinamento e alcançam uma retenção de conhecimento 25–60% maior do que com o treinamento presencial.
Não existe um modelo de treinamento online universalmente melhor. O que funciona para uma empresa de varejo com 500 lojas pode não ser adequado para um escritório de advocacia com 50 colaboradores. Faça estas quatro perguntas antes de decidir:
Identificar o objetivo é o primeiro passo. Você precisa reduzir os custos do treinamento presencial? Quer alcançar colaboradores geograficamente dispersos? Busca melhorar as taxas de conclusão dos cursos? Cada motivação aponta para um modelo diferente: o LMS é ideal quando você precisa de rastreabilidade, enquanto os webinars são suficientes quando o objetivo é apenas compartilhar atualizações pontuais.
Alguns modelos exigem mais infraestrutura do que outros. Distribuir conteúdos em uma intranet existente pode ter um custo mínimo, mas implantar um LMS requer uma plataforma, integração com os sistemas de RH e, em muitos casos, um virtual trainer para gerenciar a plataforma. Avalie honestamente os recursos da sua equipe antes de se comprometer com um modelo que talvez não consiga sustentar.
O tipo de conteúdo determina o modelo. Os processos de onboarding se beneficiam especialmente do modelo LMS com acompanhamento individualizado. O treinamento de produto se encaixa bem com microlearning em formato de webinar ou conteúdos curtos em app. O treinamento técnico complexo geralmente requer um modelo blended que combina prática presencial com teoria digital.
O modelo escolhido deve ser sustentável para a equipe que vai executá-lo. Se os seus instrutores não têm experiência com ferramentas digitais, um modelo excessivamente sofisticado pode gerar resistência. Priorize ferramentas intuitivas que permitam a qualquer pessoa criar conteúdo de qualidade sem necessidade de conhecimentos técnicos avançados.
Estes são os quatro modelos mais difundidos no ambiente corporativo, com suas características, vantagens, limitações e quando utilizá-los:
É o modelo mais simples: consiste em fazer upload de materiais de treinamento (PDFs, vídeos, apresentações) em uma intranet ou site corporativo para que os colaboradores os consultem sob demanda. Não requer plataforma específica nem integração técnica complexa.
Quando usar: quando o objetivo é simplesmente disponibilizar o conhecimento e você não precisa medir o progresso individual. Ideal para documentação interna, guias de referência ou materiais de consulta pontual.
Vantagens: baixo custo de implantação, fácil de manter, acessível para qualquer colaborador com acesso à rede corporativa.
Limitações: sem rastreabilidade, sem avaliação, sem gestão centralizada do aprendizado. Se precisar converter seus materiais para um formato de e-learning compatível com LMS, você pode facilmente converter um PDF para SCORM com as ferramentas certas.
Um LMS (Learning Management System) é a opção mais completa para gerenciar o treinamento corporativo. Permite criar, distribuir, acompanhar e avaliar cursos a partir de um único sistema, com relatórios automáticos e acesso diferenciado por perfil de colaborador.
Quando usar: quando você precisa de treinamento estruturado, obrigatório ou com avaliação. Ideal para onboarding, conformidade regulatória, certificações internas ou programas de desenvolvimento de habilidades em larga escala.
Vantagens: rastreabilidade completa do aprendizado, reutilização de conteúdos SCORM, automação de itinerários, relatórios por colaborador/equipe/área, integração com RH.
Limitações: requer investimento inicial tanto na plataforma quanto na criação de conteúdos estruturados. A curva de adoção pode ser maior se as equipes não estiverem habituadas às ferramentas digitais.
Com o isEazy Author você pode criar cursos de e-learning sem conhecimentos técnicos e distribuí-los diretamente em um LMS.
O aprendizado blended combina o e-learning com sessões presenciais ou síncronas. Quando bem estruturado, os componentes digital e presencial se complementam e se potencializam mutuamente.
Quando usar: quando o conteúdo exige prática real que não pode ser totalmente digitalizada, como habilidades de comunicação, liderança, vendas ou treinamento técnico com componente prático. Nosso guia sobre o que é blended learning explica como estruturar um programa híbrido eficaz.
Vantagens: combina a flexibilidade do e-learning com o impacto do contato humano; melhora a satisfação dos colaboradores; permite reforçar presencialmente os conceitos mais complexos aprendidos online.
Limitações: custo logístico maior do que o e-learning puro; requer coordenação entre as partes digital e presencial; se não estiverem integradas, o resultado pode ser pior do que qualquer um dos dois modelos isoladamente.
Os webinars são sessões de treinamento ao vivo (ou gravadas) realizadas por videoconferência. Permitem conectar um grande número de pessoas simultaneamente, fazer demonstrações em tempo real e responder dúvidas ao vivo.
Quando usar: para lançamentos de produtos, atualizações regulatórias, comunicações corporativas ou sessões de treinamento pontuais que não exigem avaliação nem acompanhamento individual. Confira nosso guia sobre webinars em treinamento corporativo para aproveitar ao máximo esse formato.
Vantagens: imediatismo, interação em tempo real, baixo custo por participante, fácil de organizar com ferramentas padrão.
Limitações: menor interatividade em comparação com o e-learning assíncrono; sem rastreabilidade individual; o conhecimento não fica estruturado para consultas futuras.
| Modelo | Quando usar | Ferramenta isEazy recomendada |
|---|---|---|
| Site / Intranet | Documentação interna, materiais de referência sem acompanhamento | isEazy Author |
| LMS | Onboarding, conformidade, certificações, programas estruturados | isEazy LMS + isEazy Author |
| Blended | Habilidades com componente prático, programas de liderança e talentos | isEazy LMS + isEazy Skills |
| Webinars | Lançamentos, atualizações pontuais, grandes públicos sem avaliação | Videoconferência integrada ao LMS |
Não há uma resposta única, mas existem critérios objetivos que orientam a decisão:
Na maioria das empresas de médio e grande porte, o modelo mais eficaz a longo prazo é combinar um LMS como núcleo do ecossistema de treinamento com conteúdos de e-learning de qualidade criados internamente, complementado pontualmente por webinars ou sessões presenciais conforme o tipo de treinamento.
Independentemente do modelo escolhido, a acessibilidade dos conteúdos é um requisito cada vez mais exigido pela regulamentação e pelo compromisso real com a inclusão no ambiente de trabalho. Os conteúdos de e-learning devem ser utilizáveis por pessoas com diversidade funcional: visual, auditiva, motora ou cognitiva.
Isso implica incluir legendas nos vídeos, textos alternativos nas imagens, navegação por teclado e proporções de contraste adequadas. Se você está começando a trabalhar nesse aspecto, nosso guia sobre como criar conteúdo de e-learning acessível é o ponto de partida ideal.
Quando o volume de conteúdos a criar é elevado e as equipes internas não têm capacidade para dar conta, muitas empresas optam por um modelo de Content Factory: uma estrutura de produção terceirizada ou híbrida que permite gerar conteúdos de e-learning em escala, com controle de qualidade e prazos de produção otimizados.
É um modelo especialmente adequado para empresas que precisam digitalizar um catálogo de treinamento extenso em pouco tempo, ou que têm um fluxo constante de novos conteúdos — atualizações de produto, mudanças regulatórias, novas contratações. Com a isEazy Factory, a produção de conteúdo é gerenciada de ponta a ponta por uma equipe especializada.
A MAPFRE é um bom exemplo de como um modelo de treinamento online bem estruturado pode transformar o impacto do aprendizado nos resultados do negócio. Com a isEazy, a MAPFRE transformou seu aprendizado em vendas, conectando o treinamento das equipes comerciais diretamente aos objetivos de negócio. Descubra como fizeram isso →
Para uma PME com recursos limitados, o modelo mais recomendado costuma ser o treinamento via LMS combinado com conteúdos de e-learning. Essa combinação permite centralizar todo o treinamento em um único sistema, automatizar o acompanhamento dos colaboradores e reutilizar os conteúdos sem precisar recriá-los. Uma ferramenta como o isEazy Author facilita a criação de cursos sem conhecimentos técnicos, enquanto um LMS como o isEazy LMS permite gerenciar e distribuir esses cursos de forma simples desde o primeiro dia.
A principal diferença está no nível de gestão e rastreabilidade. Distribuir conteúdos em um site ou intranet permite que os colaboradores acessem os materiais, mas não oferece acompanhamento do progresso, avaliações nem relatórios automáticos. Um LMS, por sua vez, centraliza todo o ciclo de treinamento: desde a distribuição de conteúdos até a avaliação e a análise de resultados. Se você precisa saber quem concluiu o quê, com qual resultado e em quanto tempo, o LMS é a opção indispensável.
O custo depende do modelo escolhido e das ferramentas utilizadas. Distribuir conteúdos em uma intranet existente pode ter um custo muito baixo, mas limita o acompanhamento. Um LMS pode representar um investimento mensal ou anual dependendo da plataforma, embora existam opções acessíveis para empresas de qualquer porte. Em geral, o e-learning representa uma economia significativa em comparação ao treinamento presencial: segundo o Brandon Hall Group, as empresas que adotam e-learning reduzem em 40–60% o tempo dedicado ao treinamento e alcançam uma retenção de conhecimento 25–60% maior.
Sim — de fato, essa é a prática mais comum em empresas com programas de treinamento maduros. A combinação mais usual é LMS (para treinamentos estruturados e obrigatórios) com webinars (para sessões ao vivo de atualização) e aprendizado blended (para programas que exigem prática presencial). A chave é definir previamente qual modelo se encaixa melhor em cada necessidade antes de desenhar o plano de treinamento.
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