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April 9, 2026
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O aprendizado gerado por colaboradores (employee generated learning ou EGL) transforma os próprios funcionários em criadores de conhecimento corporativo. Em vez de depender exclusivamente de fornecedores externos, as organizações aproveitam o saber-fazer interno para formar outras pessoas.
Segundo o LinkedIn Learning (2024), 87% das empresas reconhecem que mais de 60% do conhecimento corporativo reside exclusivamente em seus colaboradores. Essa realidade impulsionou o EGL como uma das práticas mais relevantes nas estratégias de treinamento e desenvolvimento atuais.
A seguir, exploramos o que é exatamente, por que cada vez mais empresas o adotam e quais são seus oito benefícios mais concretos e mensuráveis.
Motivar os colaboradores a gerar conteúdo formativo interno tem um impacto direto em três áreas-chave do negócio:
| Critério | EGL (colaboradores) | Treinamento externo |
|---|---|---|
| Custo por módulo | Baixo (tempo interno) | Alto (fornecedor + design) |
| Relevância do conteúdo | Alta (contexto real) | Média (conteúdo genérico) |
| Velocidade de atualização | Imediata | Semanas ou meses |
| Impacto no engajamento | Alto (papel ativo) | Variável |
| Retenção do conhecimento | Alta (aprendizado social) | Média |
Gerar conteúdo formativo que ajuda outros colegas a fazer melhor o seu trabalho aumenta a motivação intrínseca dos colaboradores. Eles se sentem valorizados, necessários e parte de uma comunidade de aprendizado.
Segundo o relatório Deloitte Global Human Capital Trends 2023, os colaboradores que contribuem ativamente para o conhecimento organizacional têm 23% mais chances de permanecer na empresa no longo prazo.
Para maximizar esse benefício, é fundamental trabalhar o engajamento do aprendiz: criar espaços no LMS para compartilhar módulos, estabelecer reconhecimentos (emblemas, certificados internos) e medir o impacto por meio de taxas de conclusão e questionários pós-treinamento.
Ao criar treinamento para outros, os especialistas internos são obrigados a aprofundar seus próprios conhecimentos. O processo de sintetizar e explicar consolida o aprendizado em um nível muito maior do que simplesmente recebê-lo.
Esse fenômeno, conhecido como o efeito Protégé, demonstra que ensinar melhora a compreensão própria em até 90% mais do que o estudo passivo (Nestojko et al., 2014, Washington University). O learning by doing é especialmente eficaz aqui: os colaboradores aprendem criando e desenvolvem competências de comunicação e síntese que vão muito além do conteúdo que produzem.
Como benefício adicional, essa expansão voluntária do conhecimento reduz a dependência de treinamentos externos caros e cria especialistas internos mais completos.
Quando o instrutor é um colega, o contexto é local e relevante: ele conhece os processos reais, a linguagem da equipe e os desafios do dia a dia. O aprendizado se torna one-to-one, estreitando relações e gerando maior confiança entre as equipes.
Este é exatamente o princípio do social learning: aprender com e entre colegas é mais eficaz do que o aprendizado vertical e unidirecional. Albert Bandura já demonstrou que a observação e a interação social são motores fundamentais do aprendizado adulto.
Além disso, o conteúdo gerado internamente costuma se adaptar melhor aos diferentes estilos de aprendizagem da equipe, porque quem o cria conhece de perto como cada pessoa em seu entorno aprende.
Este é talvez o benefício mais tangível para os responsáveis por L&D e RH. O custo de produção de um curso de e-learning com fornecedor externo varia entre 10.000 e 40.000 € por hora de treinamento (AICC Industry Benchmark, 2023). O EGL reduz esse custo entre 60% e 80% utilizando o expertise interno.
Além da economia na produção, o tempo de implantação se reduz drasticamente: enquanto um fornecedor externo pode levar semanas para entregar um módulo, um colaborador especialista pode tê-lo pronto em dias usando uma ferramenta de autoria intuitiva.
| Modelo de treinamento | Custo estimado/hora | Tempo de produção |
|---|---|---|
| Fornecedor externo especializado | 10.000–40.000 € | 4–12 semanas |
| Agência de e-learning generalista | 3.000–10.000 € | 2–6 semanas |
| EGL com ferramenta de autoria | 500–2.000 € | 2–5 dias |
Ao contrário dos treinamentos pontuais externos, o conhecimento gerado internamente torna-se um ativo intangível da organização. Pode ser reutilizado, atualizado e escalado indefinidamente, sem custo adicional a cada novo uso.
Esse ativo cresce com a empresa: toda vez que um processo muda, um colaborador atualiza o módulo correspondente. O resultado é uma biblioteca de conhecimento viva, alinhada com a realidade operacional e não com um catálogo genérico de um fornecedor.
É um dos pilares de qualquer estratégia de treinamento e desenvolvimento bem-sucedida: construir conhecimento que não seja perdido quando as pessoas mudam de cargo ou deixam a organização.
O conteúdo gerado pelos colaboradores não é genérico: é projetado especificamente para o contexto da organização, com exemplos reais, casos internos e a linguagem própria de cada equipe. É isso que distingue o EGL de qualquer catálogo de cursos padrão.
Combinado com um LMS que suporte a personalização do aprendizado, o resultado é uma experiência formativa que se adapta ao ritmo, nível e necessidades de cada pessoa. O adaptive learning leva esse princípio um passo adiante: os sistemas inteligentes ajustam o conteúdo em tempo real conforme o desempenho do aluno, maximizando a eficiência de cada minuto de treinamento.
Quando um colaborador cria conteúdo que outros utilizam e valorizam, sua autoestima profissional cresce significativamente. Sentir-se valioso, útil e reconhecido como referência em sua área tem um impacto direto no desempenho e no comprometimento.
O relatório State of the Global Workplace da Gallup (2023) conclui que o reconhecimento entre pares é um dos três principais drivers de retenção de talentos, acima da compensação financeira em determinados perfis. O EGL formaliza esse reconhecimento de forma estrutural: quem cria treinamento para outros torna-se uma referência visível dentro da organização.
Esse efeito se amplifica quando o conteúdo se adapta bem às pessoas que o recebem: quanto mais ajustado às suas necessidades reais, maior é o reconhecimento que o criador-formador recebe.
O conhecimento gerado internamente não apenas soma módulos de treinamento: constrói uma rede de expertise conectada. Cada colaborador que cria conteúdo torna-se um nó visível de conhecimento, acessível para o restante da organização.
De uma perspectiva neurocientífica, o brain-based learning demonstra que aprender em contextos sociais e com aplicação prática imediata gera conexões neurais mais sólidas e duradouras. O EGL combina exatamente esses dois ingredientes.
O social learning é o marco natural desse processo: a rede de conhecimento corporativo é construída sobre interações reais, não sobre conteúdos consumidos de forma isolada. As organizações que sistematizam esse modelo criam uma vantagem competitiva difícil de replicar externamente.
Graças à implementação do isEazy Author, a Fischer conseguiu agilizar a criação de conteúdos formativos e empoderou sua equipe para desenvolver cursos internamente, reduzindo os tempos de produção e melhorando a interação em seus treinamentos. Essa mudança permitiu à Fischer oferecer um treinamento mais eficiente, acessível e alinhado às necessidades específicas de suas equipes globais. Descubra como fizeram →
O maior obstáculo ao EGL não é a falta de conhecimento interno, mas a falta de ferramentas que permitam aos especialistas criar conteúdo formativo de qualidade sem serem instructional designers. É aqui que entra uma ferramenta de autoria intuitiva.
isEazy Author foi projetada exatamente para isso: permite que qualquer colaborador, independentemente do seu perfil técnico, crie cursos de e-learning interativos, atrativos e alinhados com os padrões da empresa. O resultado são módulos que realmente são usados, atualizados e geram impacto.
Se você quiser explorar como sistematizar o conhecimento interno da sua organização e transformá-lo em treinamento escalável, solicite uma demo do isEazy Author e comece a construir sua biblioteca de conhecimento corporativo.
O aprendizado gerado pelos colaboradores (employee generated learning ou EGL) é a prática de capacitar os profissionais de uma organização para criar e compartilhar conteúdo de treinamento entre seus próprios colegas. Em vez de depender exclusivamente de fornecedores externos, colaboradores com expertise em determinada área desenvolvem cursos, guias ou módulos que outros podem consumir. O resultado é um conhecimento corporativo contextualizado, atualizado e alinhado à realidade do negócio.
As principais vantagens do aprendizado gerado pelos colaboradores incluem: redução de 40–50% no tempo de treinamento em comparação com modelos tradicionais (ATD, 2023), economia de custos entre 60% e 80% em relação a fornecedores externos, maior retenção de talentos graças ao reconhecimento entre pares, conteúdo mais relevante e contextualizado, e a criação de um ativo de conhecimento duradouro que permanece na empresa independentemente da rotatividade de funcionários.
Para implementar o EGL com sucesso, é necessário identificar especialistas internos com conhecimento valioso e disposição para compartilhá-lo, fornecer uma ferramenta de autoria intuitiva que não exija conhecimentos técnicos, criar espaços no LMS onde os módulos produzidos sejam acessíveis para toda a equipe, estabelecer um sistema de reconhecimento (como badges ou certificações internas) para incentivar a participação e medir o impacto por meio de taxas de conclusão e avaliações pós-treinamento.
A principal ferramenta para o EGL é uma ferramenta de autoria intuitiva que permita a qualquer colaborador — independentemente do seu perfil técnico — criar cursos e-learning interativos e de alta qualidade sem precisar ser um designer instrucional. Além disso, é necessário um LMS para centralizar e distribuir os conteúdos gerados internamente. O isEazy Author foi desenvolvido exatamente para isso: facilita a criação de módulos atrativos e compatíveis com SCORM.
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