CASO DE SUCESSO
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February 2, 2026
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Você sabia que 70% do que seus colaboradores aprendem não vem de cursos formais? Essa é a premissa do modelo 70-20-10, uma abordagem de aprendizagem que ajudou a transformar a formação corporativa em milhares de empresas no mundo todo.
Em um ambiente empresarial em que a mudança é a única constante, a forma tradicional de treinar colaboradores ficou obsoleta. Empresas no mundo inteiro que se destacam em seus setores têm algo em comum: descobriram que a aprendizagem mais eficaz não acontece em uma sala de aula, e sim no dia a dia do trabalho.
O modelo 70-20-10 não é apenas uma teoria acadêmica; é uma estratégia prática que está ajudando as empresas a reduzir custos de formação enquanto aumentam a retenção de talentos e melhoram o desempenho.
Neste guia completo, você vai descobrir:
Seja você responsável por um departamento de RH, gestor de equipes ou alguém que busca otimizar a formação na sua empresa, este guia vai trazer as chaves práticas de que você precisa.
O modelo 70-20-10 foi desenvolvido nos anos 90 por Morgan McCall, Robert Eichinger e Michael Lombardo, do Center for Creative Leadership. Após entrevistar quase 200 executivos bem-sucedidos sobre como haviam adquirido suas competências mais valiosas, eles identificaram um padrão surpreendente. Eles descobriram que a aprendizagem eficaz se distribui assim:
Não. E este é um ponto crucial que muitas empresas interpretam mal.
Os criadores do modelo nunca pretenderam que esses números fossem exatos ou prescritivos. O modelo não diz “dedique exatamente 70% do seu orçamento a experiências de trabalho”. Em vez disso, ele serve como um marco conceitual que lembra que:
Na sua organização, a proporção pode ser 60-25-15 ou 80-15-5. O importante é manter o equilíbrio e não cair no erro tradicional de confiar exclusivamente na formação em sala de aula.
Mais do que ser uma distribuição teórica da aprendizagem, o modelo 70-20-10 tem um impacto direto nos resultados de negócio. Ao alinhar a formação com a forma como as pessoas realmente aprendem (fazendo, colaborando e resolvendo problemas reais), as organizações não apenas melhoram a aquisição de conhecimentos, mas também a transferência para o trabalho, a eficiência do investimento em formação e a experiência do colaborador.
Estes são os principais benefícios que explicam por que tantas empresas estão adotando essa abordagem:
O modelo 70-20-10 baseia-se em como as pessoas aprendem de forma mais profunda: por meio da experiência direta, da prática e da interação com outras pessoas. Quando a aprendizagem ocorre em contextos reais de trabalho, a memória, a compreensão e a capacidade de aplicar o que foi aprendido em situações semelhantes são reforçadas, aumentando a transferência para o desempenho diário em comparação com modelos focados apenas em formação teórica.
Ao aproveitar a aprendizagem no trabalho e entre pares, as empresas reduzem a dependência de formadores externos e de programas caros.
Os colaboradores aplicam o que aprendem imediatamente no seu trabalho real, e não semanas após um curso.
Competências como liderança, comunicação, inteligência emocional ou pensamento crítico só se desenvolvem de fato com a prática, não em sala de aula.
Colaboradores que sentem que aprendem e evoluem constantemente têm 94% mais probabilidade de permanecer na empresa.
O contexto em que as empresas operam mudou mais nos últimos cinco anos do que nas duas décadas anteriores. Os ciclos de inovação são mais curtos, os papéis evoluem constantemente e as competências técnicas e digitais se transformam em alta velocidade.
Nesse cenário, os modelos de formação tradicionais, baseados quase exclusivamente em cursos formais, já não são suficientes para manter as equipes atualizadas. O modelo 70-20-10 ganha relevância especial porque propõe uma visão mais realista de como as pessoas aprendem no ambiente de trabalho: combinando experiência prática, aprendizagem social e formação estruturada para responder a um ambiente profissional cada vez mais dinâmico e incerto.
Segundo o World Economic Forum, 50% das habilidades de que você precisa hoje estarão obsoletas nos próximos 5 anos. Os colaboradores não podem esperar por cursos trimestrais — precisam aprender continuamente, no fluxo do seu trabalho.
Segundo a Gallup, os millennials e a Geração Z, que representam a maior parte da força de trabalho atual, valorizam o desenvolvimento profissional contínuo. 87% deles consideram importante ter oportunidades de desenvolvimento no trabalho.
O crescimento do trabalho híbrido e remoto democratizou o acesso a diferentes formas de aprendizagem, mas também fragmentou as oportunidades de aprendizagem social informal.
Aplicar o modelo 70-20-10 não significa simplesmente adicionar mais cursos ou abrir um canal no Teams. Envolve desenhar um ecossistema de aprendizagem onde a experiência diária, a colaboração entre pessoas e a formação formal trabalhem juntas para desenvolver competências reais. Estas são as ações-chave para ativá-lo corretamente na organização.
O núcleo do modelo está em aprender fazendo. É aqui que as competências mais complexas se desenvolvem e onde a aprendizagem é naturalmente transferida para o desempenho.
Algumas formas de impulsionar isso:
Esse tipo de aprendizagem está alinhado ao conceito de learning in the flow of work, onde o desenvolvimento acontece enquanto se trabalha, e não fora do contexto real.
Grande parte da aprendizagem acontece conversando, observando e compartilhando experiências. As organizações que sistematizam essa troca aceleram o desenvolvimento de suas equipes.
Ações-chave:
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A formação estruturada não desaparece, mas seu papel é fornecer base, contexto e reforço ao que é aprendido no trabalho.
Aqui é fundamental:
Essa camada formal atua como a estrutura que organiza e reforça a aprendizagem experiencial e social.
Antes de implementar iniciativas, é fundamental entender o ponto de partida. Implementar o 70-20-10 sem essa análise geralmente leva a ações isoladas, sem impacto real.
É necessário analisar:
Esse diagnóstico permite priorizar esforços onde o impacto será maior.
O modelo deve estar vinculado a resultados, e não apenas a atividades de formação. Por isso, é importante estabelecer objetivos concretos e mensuráveis, como reduzir o tempo de onboarding, melhorar habilidades ou aumentar a produtividade em determinados processos.
Além dos indicadores de participação, recomenda-se medir:
Dessa forma, a aprendizagem se conecta diretamente aos resultados organizacionais.
Para os 70%:
Para os 20%:
Para os 10%:
Tentar transformar toda a empresa de uma só vez geralmente gera resistência. Uma estratégia mais eficaz é começar com uma equipe ou área específica, com uma necessidade clara de desenvolvimento e um gestor comprometido.
Durante o piloto, é fundamental:
Depois de validado, o enfoque pode ser escalado para o restante da organização, com maior probabilidade de sucesso.
Muitas organizações tentam adotar o modelo, mas cometem erros que reduzem seu impacto:
Implementar o modelo 70-20-10 não depende apenas da vontade de aprender, mas de contar com uma infraestrutura que facilite a experiência, a colaboração e a formação estruturada. A tecnologia não substitui a aprendizagem, mas a torna possível em escala.
Para que a aprendizagem experiencial não fique apenas informal ou invisível, é importante apoiá-la com ferramentas que a estruturem e a conectem ao desempenho:
Essas soluções ajudam a transformar o trabalho diário em uma fonte intencional de desenvolvimento.
A aprendizagem entre pessoas precisa de espaços onde possa acontecer de forma natural e contínua.
Aqui são fundamentais:
Essas ferramentas tornam visível o conhecimento coletivo e aceleram sua transferência.
A formação formal continua sendo necessária, mas deve estar integrada ao ecossistema global.
Para isso, utilizam-se:
Essa camada traz coerência, rastreabilidade e reforço à aprendizagem que acontece fora da sala de aula.
| Parte do modelo 70-20-10 | Tipo de aprendizagem | Ferramentas que facilitam |
|---|---|---|
| 70% | Aprendizagem experiencial no trabalho | Sistemas de gestão de projetos, plataformas de simulação e cenários práticos, ferramentas de avaliação de desempenho, sistemas de acompanhamento de objetivos |
| 20% | Aprendizagem social e colaborativa | Plataformas de comunicação e colaboração (Teams, Slack), sistemas de mentoria e coaching, comunidades digitais de prática, repositórios de conhecimento interno |
| 10% | Formação formal estruturada | LMS para gestão da formação, ferramentas de criação de conteúdos e-learning, catálogos de cursos profissionais, sistemas de avaliação e analytics |
Até agora vimos o que implica aplicar o modelo 70-20-10: integrar experiência, colaboração e formação estruturada em um mesmo ecossistema. O desafio para muitas organizações não é entender o modelo, mas contar com as ferramentas adequadas para que ele funcione de forma coordenada e escalável.
É aqui que as ferramentas de e-learning impulsionadas por IA da isEazy fazem a diferença.
Com o isEazy LMS, as organizações podem centralizar a formação, definir trilhas por função e medir o progresso com analytics que conectam aprendizagem e desempenho. Sua abordagem tudo em um inclui uma ferramenta de autoria com IA que facilita a criação de cursos interativos, simulações e conteúdos multimídia sem a necessidade de perfis técnicos. Além disso, conta com uma biblioteca de cursos profissionais que acelera a cobertura de competências-chave como sustentabilidade, IA, liderança, compliance, cibersegurança e muito mais, sem começar do zero.
A troca de conhecimento é potencializada por meio do isEazy Engage, que combina gestão, comunicação interna e aprendizagem em um único app especialmente desenvolvido para equipes de linha de frente, facilitando comunidades de prática, compartilhamento de experiências e conteúdo gerado pelos próprios colaboradores, como se fossem suas redes sociais.
As funcionalidades de ferramentas de autoria como o isEazy Author para gerar cenários ramificados, simulações de chat e vídeos interativos permitem praticar decisões e situações reais em ambientes seguros. Isso reforça a aprendizagem que acontece no dia a dia e facilita o desenvolvimento de habilidades complexas.
Organizações que continuam dependendo exclusivamente de cursos formais estão formando para o passado. O cenário atual exige profissionais que aprendam continuamente, colaborem entre áreas e desenvolvam competências enquanto trabalham.
O modelo 70-20-10 oferece um marco claro para alcançar isso, integrando experiência, aprendizagem social e formação estruturada em uma estratégia única. Não se trata de adicionar mais formação, mas de redesenhar como a aprendizagem acontece na organização.
Empresas que adotam essa abordagem não apenas desenvolvem profissionais melhores, mas também constroem culturas de aprendizagem contínua capazes de se adaptar às mudanças.
Se você quer ver como esse modelo pode ser colocado em prática com ferramentas que conectam formação formal, aprendizagem social e experiência no trabalho, pode solicitar uma demo dos nossos produtos e explorar como funciona em um ambiente real.
Sim, mas precisa ser adaptado ao contexto. Não é igual em uma empresa industrial e em uma empresa de tecnologia. O importante é equilibrar experiência, aprendizagem social e formação formal de acordo com a realidade do negócio.
Não. A formação formal continua sendo essencial para fornecer bases, estruturas conceituais e certificações, mas deve ser complementada com aprendizagem no trabalho e entre pares.
Se seus colaboradores aprendem resolvendo problemas reais, recebem feedback frequente e compartilham conhecimento entre equipes, você já está aplicando partes do modelo, mesmo que ele não esteja formalizado.
Relacionando a aprendizagem com resultados de negócio: redução do tempo de onboarding, aumento da produtividade, menor rotatividade ou maior capacidade de inovação.
Sim. Além dos cursos concluídos, medem-se mudanças de comportamento, aplicação no trabalho e o impacto em KPIs como vendas, qualidade ou eficiência.
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