February 2, 2026

O que é o modelo 70-20-10? Como ele transformará a formação corporativa em 2026

Elizabeth Aguiar Chacón

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Elizabeth Aguiar Chacón
Content Marketing Specialist at isEazy

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Você sabia que 70% do que seus colaboradores aprendem não vem de cursos formais? Essa é a premissa do modelo 70-20-10, uma abordagem de aprendizagem que ajudou a transformar a formação corporativa em milhares de empresas no mundo todo.

Em um ambiente empresarial em que a mudança é a única constante, a forma tradicional de treinar colaboradores ficou obsoleta. Empresas no mundo inteiro que se destacam em seus setores têm algo em comum: descobriram que a aprendizagem mais eficaz não acontece em uma sala de aula, e sim no dia a dia do trabalho.

O modelo 70-20-10 não é apenas uma teoria acadêmica; é uma estratégia prática que está ajudando as empresas a reduzir custos de formação enquanto aumentam a retenção de talentos e melhoram o desempenho.

Neste guia completo, você vai descobrir:

  • O que exatamente é o modelo 70-20-10 e por que ele funciona.
  • Como implementá-lo passo a passo na sua organização.
  • As melhores ferramentas tecnológicas para potencializar cada componente.

Seja você responsável por um departamento de RH, gestor de equipes ou alguém que busca otimizar a formação na sua empresa, este guia vai trazer as chaves práticas de que você precisa.

O que é o modelo 70-20-10? Origem e fundamentos

O modelo 70-20-10 foi desenvolvido nos anos 90 por Morgan McCall, Robert Eichinger e Michael Lombardo, do Center for Creative Leadership. Após entrevistar quase 200 executivos bem-sucedidos sobre como haviam adquirido suas competências mais valiosas, eles identificaram um padrão surpreendente. Eles descobriram que a aprendizagem eficaz se distribui assim:

  • 70% – Aprendizagem experiencial: a aprendizagem mais poderosa vem da experiência prática. Encarar desafios reais, resolver problemas, cometer erros e aprender com eles. É o que acontece quando um colaborador assume um novo projeto, lidera uma equipe pela primeira vez ou implementa uma solução inovadora.
  • 20% – Aprendizagem social: aprendemos observando outras pessoas, recebendo feedback, sendo mentorados e compartilhando conhecimentos com colegas. Essa aprendizagem entre pares é fundamental para o desenvolvimento profissional.
  • 10% – Aprendizagem formal: apenas um décimo da aprendizagem eficaz vem de formação estruturada: cursos, workshops, leituras ou e-learning. Embora seja o menor componente, ele estabelece as bases teóricas necessárias.

A proporção 70-20-10 é literal?

Não. E este é um ponto crucial que muitas empresas interpretam mal.

Os criadores do modelo nunca pretenderam que esses números fossem exatos ou prescritivos. O modelo não diz “dedique exatamente 70% do seu orçamento a experiências de trabalho”. Em vez disso, ele serve como um marco conceitual que lembra que:

  • A aprendizagem no trabalho deve ser prioritária.
  • A troca social de conhecimento é fundamental.
  • A formação formal, embora importante, não pode ser o único método.

Na sua organização, a proporção pode ser 60-25-15 ou 80-15-5. O importante é manter o equilíbrio e não cair no erro tradicional de confiar exclusivamente na formação em sala de aula.

formacion para empresas

Benefícios do modelo 70-20-10

Mais do que ser uma distribuição teórica da aprendizagem, o modelo 70-20-10 tem um impacto direto nos resultados de negócio. Ao alinhar a formação com a forma como as pessoas realmente aprendem (fazendo, colaborando e resolvendo problemas reais), as organizações não apenas melhoram a aquisição de conhecimentos, mas também a transferência para o trabalho, a eficiência do investimento em formação e a experiência do colaborador.

Estes são os principais benefícios que explicam por que tantas empresas estão adotando essa abordagem:

1. Maior retenção do conhecimento

O modelo 70-20-10 baseia-se em como as pessoas aprendem de forma mais profunda: por meio da experiência direta, da prática e da interação com outras pessoas. Quando a aprendizagem ocorre em contextos reais de trabalho, a memória, a compreensão e a capacidade de aplicar o que foi aprendido em situações semelhantes são reforçadas, aumentando a transferência para o desempenho diário em comparação com modelos focados apenas em formação teórica.

2. Redução de custos de formação

Ao aproveitar a aprendizagem no trabalho e entre pares, as empresas reduzem a dependência de formadores externos e de programas caros.

3. Tempo de aplicação imediato

Os colaboradores aplicam o que aprendem imediatamente no seu trabalho real, e não semanas após um curso.

4. Desenvolvimento de competências complexas

Competências como liderança, comunicação, inteligência emocional ou pensamento crítico só se desenvolvem de fato com a prática, não em sala de aula.

5. Maior engajamento e retenção de talentos

Colaboradores que sentem que aprendem e evoluem constantemente têm 94% mais probabilidade de permanecer na empresa.

Por que o modelo 70-20-10 é mais importante do que nunca em 2026

O contexto em que as empresas operam mudou mais nos últimos cinco anos do que nas duas décadas anteriores. Os ciclos de inovação são mais curtos, os papéis evoluem constantemente e as competências técnicas e digitais se transformam em alta velocidade.

Nesse cenário, os modelos de formação tradicionais, baseados quase exclusivamente em cursos formais, já não são suficientes para manter as equipes atualizadas. O modelo 70-20-10 ganha relevância especial porque propõe uma visão mais realista de como as pessoas aprendem no ambiente de trabalho: combinando experiência prática, aprendizagem social e formação estruturada para responder a um ambiente profissional cada vez mais dinâmico e incerto.

Velocidade de obsolescência do conhecimento

Segundo o World Economic Forum, 50% das habilidades de que você precisa hoje estarão obsoletas nos próximos 5 anos. Os colaboradores não podem esperar por cursos trimestrais — precisam aprender continuamente, no fluxo do seu trabalho.

Expectativas das novas gerações

Segundo a Gallup, os millennials e a Geração Z, que representam a maior parte da força de trabalho atual, valorizam o desenvolvimento profissional contínuo. 87% deles consideram importante ter oportunidades de desenvolvimento no trabalho.

Transformação digital e trabalho remoto

O crescimento do trabalho híbrido e remoto democratizou o acesso a diferentes formas de aprendizagem, mas também fragmentou as oportunidades de aprendizagem social informal.

Como implementar o modelo 70-20-10 na sua empresa

Aplicar o modelo 70-20-10 não significa simplesmente adicionar mais cursos ou abrir um canal no Teams. Envolve desenhar um ecossistema de aprendizagem onde a experiência diária, a colaboração entre pessoas e a formação formal trabalhem juntas para desenvolver competências reais. Estas são as ações-chave para ativá-lo corretamente na organização.

1. Ative os 70%: aprendizagem experiencial no trabalho

O núcleo do modelo está em aprender fazendo. É aqui que as competências mais complexas se desenvolvem e onde a aprendizagem é naturalmente transferida para o desempenho.

Algumas formas de impulsionar isso:

  • Atribuir projetos desafiadores (stretch projects) que tirem os colaboradores da sua zona de conforto.
  • Programas de job rotation para expor as pessoas a novas funções ou áreas.
  • Shadowing de perfis seniores ou especialistas.
  • Simulações e ambientes práticos (incluindo simulações digitais ou cenários interativos).
  • Reflexão estruturada após projetos, analisando o que funcionou, o que não funcionou e o que foi aprendido.

Esse tipo de aprendizagem está alinhado ao conceito de learning in the flow of work, onde o desenvolvimento acontece enquanto se trabalha, e não fora do contexto real.

2. Potencialize os 20%: aprendizagem social e colaborativa

Grande parte da aprendizagem acontece conversando, observando e compartilhando experiências. As organizações que sistematizam essa troca aceleram o desenvolvimento de suas equipes.

Ações-chave:

  • Programas de mentoria com acompanhamento e objetivos definidos.
  • Comunidades de prática por função, área ou competência.
  • Espaços para compartilhamento de conhecimento (reuniões, fóruns internos, canais colaborativos).
  • Conteúdo gerado por colaboradores, onde os próprios profissionais documentam boas práticas.
  • Cultura de feedback contínuo entre pares e gestores.

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3. Otimize os 10%: formação formal estratégica

A formação estruturada não desaparece, mas seu papel é fornecer base, contexto e reforço ao que é aprendido no trabalho.

Aqui é fundamental:

  • Um LMS que centralize a formação, atribua conteúdos e meça o progresso.
  • Trilhas de aprendizagem por função, conectadas às competências-chave.
  • Microlearning e conteúdos curtos que apoiem necessidades específicas.
  • Catálogos de cursos prontos para uso sobre habilidades transversais e técnicas.
  • Ferramentas de autoria que permitam criar formações internas rapidamente.

Essa camada formal atua como a estrutura que organiza e reforça a aprendizagem experiencial e social.

4. Passo-chave que muitas empresas esquecem: diagnóstico e cultura de aprendizagem

Antes de implementar iniciativas, é fundamental entender o ponto de partida. Implementar o 70-20-10 sem essa análise geralmente leva a ações isoladas, sem impacto real.

É necessário analisar:

  • Como o investimento em formação está atualmente distribuído.
  • Se as pessoas realmente têm tempo para aprender durante a jornada de trabalho.
  • Se o compartilhamento de conhecimento é valorizado ou percebido como uma distração.
  • Quais competências são críticas para o negócio e qual é a lacuna atual.

Esse diagnóstico permite priorizar esforços onde o impacto será maior.

5. Defina objetivos claros e métricas de impacto

O modelo deve estar vinculado a resultados, e não apenas a atividades de formação. Por isso, é importante estabelecer objetivos concretos e mensuráveis, como reduzir o tempo de onboarding, melhorar habilidades ou aumentar a produtividade em determinados processos.

Além dos indicadores de participação, recomenda-se medir:

  • A aplicação da aprendizagem no trabalho.
  • Mudanças nos comportamentos profissionais.
  • Impacto em indicadores de negócio (vendas, eficiência, qualidade, redução de erros).

Dessa forma, a aprendizagem se conecta diretamente aos resultados organizacionais.

KPIs específicos do modelo 70-20-10

Para os 70%:

  • % de colaboradores com projetos stretch atribuídos.
  • Média de novas experiências por ano por colaborador.
  • Taxa de sucesso em novas atribuições.

Para os 20%:

  • % de colaboradores com mentor/mentee.
  • Frequência de interações nas comunidades.
  • Volume de conteúdo gerado por colaboradores.
  • % de colaboradores que compartilham conhecimento ativamente.

Para os 10%:

  • Taxa de conclusão de cursos.
  • Tempo médio de formação formal por colaborador por ano.
  • % de colaboradores certificados em competências-chave.

6. Comece com um piloto e escale progressivamente

Tentar transformar toda a empresa de uma só vez geralmente gera resistência. Uma estratégia mais eficaz é começar com uma equipe ou área específica, com uma necessidade clara de desenvolvimento e um gestor comprometido.

Durante o piloto, é fundamental:

  • Comunicar bem o propósito.
  • Medir desde o início.
  • Coletar feedback contínuo.
  • Ajustar o modelo com base na experiência real.

Depois de validado, o enfoque pode ser escalado para o restante da organização, com maior probabilidade de sucesso.

Erros comuns ao aplicar o modelo 70-20-10

Muitas organizações tentam adotar o modelo, mas cometem erros que reduzem seu impacto:

  • Acreditar que é uma fórmula de orçamento: não se trata de dividir o investimento exatamente em 70-20-10.
  • Deixar os 70% ao acaso: a aprendizagem experiencial deve ser planejada, não improvisada.
  • Esquecer os gestores: sem o envolvimento deles, a aprendizagem no trabalho não é ativada.
  • Não medir a aplicação real: focar apenas em cursos concluídos ignora a mudança de comportamento.
  • Não conectar aprendizagem ao negócio: se não impacta KPIs, é vista como gasto, não como investimento.

Quais ferramentas você precisa para tornar o modelo 70-20-10 uma realidade

Implementar o modelo 70-20-10 não depende apenas da vontade de aprender, mas de contar com uma infraestrutura que facilite a experiência, a colaboração e a formação estruturada. A tecnologia não substitui a aprendizagem, mas a torna possível em escala.

Ferramentas que impulsionam os 70%: aprendizagem no trabalho

Para que a aprendizagem experiencial não fique apenas informal ou invisível, é importante apoiá-la com ferramentas que a estruturem e a conectem ao desempenho:

  • Sistemas de gestão de projetos, que permitam atribuir desafios reais e novas responsabilidades.
  • Plataformas de simulação e cenários práticos, para treinar tomada de decisões e habilidades técnicas.
  • Ferramentas de avaliação de desempenho, que conectem experiência e desenvolvimento de competências.
  • Sistemas de acompanhamento de objetivos, onde a aprendizagem esteja ligada a metas profissionais.

Essas soluções ajudam a transformar o trabalho diário em uma fonte intencional de desenvolvimento.

Ferramentas que facilitam os 20%: aprendizagem social

A aprendizagem entre pessoas precisa de espaços onde possa acontecer de forma natural e contínua.

Aqui são fundamentais:

  • Plataformas de comunicação e colaboração (como Teams, Slack ou aplicativos corporativos).
  • Sistemas de mentoria e coaching, com acompanhamento de interações e objetivos.
  • Espaços digitais para comunidades de prática, por função ou especialidade.
  • Repositórios de conhecimento interno, onde os colaboradores compartilham boas práticas.

Essas ferramentas tornam visível o conhecimento coletivo e aceleram sua transferência.

Ferramentas que estruturam os 10%: formação formal

A formação formal continua sendo necessária, mas deve estar integrada ao ecossistema global.

Para isso, utilizam-se:

  • LMS (Learning Management Systems) para organizar, atribuir e medir a formação.
  • Ferramentas de criação de conteúdo e-learning, que permitam gerar cursos internos rapidamente.
  • Catálogos de cursos profissionais, para cobrir competências-chave sem começar do zero.
  • Sistemas de avaliação e analytics, que medem progresso e impacto.

Essa camada traz coerência, rastreabilidade e reforço à aprendizagem que acontece fora da sala de aula.

Parte do modelo 70-20-10Tipo de aprendizagemFerramentas que facilitam
70%Aprendizagem experiencial no trabalhoSistemas de gestão de projetos, plataformas de simulação e cenários práticos, ferramentas de avaliação de desempenho, sistemas de acompanhamento de objetivos
20%Aprendizagem social e colaborativaPlataformas de comunicação e colaboração (Teams, Slack), sistemas de mentoria e coaching, comunidades digitais de prática, repositórios de conhecimento interno
10%Formação formal estruturadaLMS para gestão da formação, ferramentas de criação de conteúdos e-learning, catálogos de cursos profissionais, sistemas de avaliação e analytics

Como a isEazy ajuda a transformar o modelo 70-20-10 em realidade

Até agora vimos o que implica aplicar o modelo 70-20-10: integrar experiência, colaboração e formação estruturada em um mesmo ecossistema. O desafio para muitas organizações não é entender o modelo, mas contar com as ferramentas adequadas para que ele funcione de forma coordenada e escalável.

É aqui que as ferramentas de e-learning impulsionadas por IA da isEazy fazem a diferença.

Para os 10% – Formação formal estruturada

Com o isEazy LMS, as organizações podem centralizar a formação, definir trilhas por função e medir o progresso com analytics que conectam aprendizagem e desempenho. Sua abordagem tudo em um inclui uma ferramenta de autoria com IA que facilita a criação de cursos interativos, simulações e conteúdos multimídia sem a necessidade de perfis técnicos. Além disso, conta com uma biblioteca de cursos profissionais que acelera a cobertura de competências-chave como sustentabilidade, IA, liderança, compliance, cibersegurança e muito mais, sem começar do zero.

lms platform

Para os 20% – Aprendizagem social

A troca de conhecimento é potencializada por meio do isEazy Engage, que combina gestão, comunicação interna e aprendizagem em um único app especialmente desenvolvido para equipes de linha de frente, facilitando comunidades de prática, compartilhamento de experiências e conteúdo gerado pelos próprios colaboradores, como se fossem suas redes sociais.

colaboración empleados

Para os 70% – Aprendizagem experiencial

As funcionalidades de ferramentas de autoria como o isEazy Author para gerar cenários ramificados, simulações de chat e vídeos interativos permitem praticar decisões e situações reais em ambientes seguros. Isso reforça a aprendizagem que acontece no dia a dia e facilita o desenvolvimento de habilidades complexas.

Conclusão: o modelo 70-20-10 não é uma tendência, é a evolução natural da aprendizagem

Organizações que continuam dependendo exclusivamente de cursos formais estão formando para o passado. O cenário atual exige profissionais que aprendam continuamente, colaborem entre áreas e desenvolvam competências enquanto trabalham.

O modelo 70-20-10 oferece um marco claro para alcançar isso, integrando experiência, aprendizagem social e formação estruturada em uma estratégia única. Não se trata de adicionar mais formação, mas de redesenhar como a aprendizagem acontece na organização.

Empresas que adotam essa abordagem não apenas desenvolvem profissionais melhores, mas também constroem culturas de aprendizagem contínua capazes de se adaptar às mudanças.

Se você quer ver como esse modelo pode ser colocado em prática com ferramentas que conectam formação formal, aprendizagem social e experiência no trabalho, pode solicitar uma demo dos nossos produtos e explorar como funciona em um ambiente real.

Perguntas frequentes sobre o modelo 70-20-10

O modelo 70-20-10 funciona em qualquer tipo de empresa?

Sim, mas precisa ser adaptado ao contexto. Não é igual em uma empresa industrial e em uma empresa de tecnologia. O importante é equilibrar experiência, aprendizagem social e formação formal de acordo com a realidade do negócio.

Ele substitui a formação tradicional?

Não. A formação formal continua sendo essencial para fornecer bases, estruturas conceituais e certificações, mas deve ser complementada com aprendizagem no trabalho e entre pares.

Como sei se minha empresa já aplica o modelo sem perceber?

Se seus colaboradores aprendem resolvendo problemas reais, recebem feedback frequente e compartilham conhecimento entre equipes, você já está aplicando partes do modelo, mesmo que ele não esteja formalizado.

Como convencer a liderança a adotar essa abordagem?

Relacionando a aprendizagem com resultados de negócio: redução do tempo de onboarding, aumento da produtividade, menor rotatividade ou maior capacidade de inovação.

É possível medir o impacto do modelo 70-20-10?

Sim. Além dos cursos concluídos, medem-se mudanças de comportamento, aplicação no trabalho e o impacto em KPIs como vendas, qualidade ou eficiência.

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