CASO DE SUCESSO
ING reinventou seu onboarding e a gestão de talento.
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April 17, 2026
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Quando uma pessoa entra em uma empresa, uma das suas primeiras perguntas é: como essa organização funciona e qual é o meu lugar nela? O organograma de uma empresa responde exatamente a isso: representa visualmente a estrutura interna, os níveis de autoridade e as relações entre departamentos e pessoas. Entendê-lo bem não é apenas uma questão de ordem administrativa; é a base de uma integração eficaz e de uma cultura formativa sólida.
Neste artigo, exploramos o que é o organograma de uma empresa, os tipos que existem e, acima de tudo, como utilizá-lo como ferramenta estratégica na formação e no onboarding de novos colaboradores.
O organograma empresarial é um diagrama estruturado que reflete de forma visual a organização interna de uma empresa. Mostra os diferentes departamentos ou áreas, os cargos que os compõem, as linhas de autoridade e as relações de supervisão ou colaboração entre eles.
Além de ser um documento de consulta interna, o organograma cumpre funções-chave:
Um organograma bem construído não se limita a mostrar nomes e cargos: reflete a cultura da empresa, seu modelo de tomada de decisões e o nível de autonomia de cada equipe.
Para ler e interpretar corretamente um organograma, é importante conhecer os componentes que o formam:
Compreender esses elementos permite aos novos colaboradores não só se localizarem no mapa organizacional, mas também entender as dinâmicas de poder, comunicação e trabalho em equipe que regem a empresa.
Não existe um único modelo válido para todas as empresas. O tipo de organograma mais adequado depende do tamanho da organização, sua cultura, seu modelo de negócio e suas necessidades de comunicação interna. Estes são os seis principais:
É o modelo mais difundido. A autoridade se distribui de cima para baixo, com uma cadeia de comando clara da direção geral até os níveis operacionais. É eficaz em organizações grandes com processos formalizados, mas pode retardar a comunicação se houver muitos níveis intermediários.
Reduz ao mínimo os níveis hierárquicos, aproximando a direção das equipes. Favorece a agilidade, a autonomia e a comunicação direta. É comum em startups, empresas de tecnologia e organizações com cultura colaborativa.
Combina duas linhas de autoridade: a funcional (por especialidade) e a de projeto (por produto ou cliente). Os colaboradores respondem a dois responsáveis distintos. É ideal para empresas com projetos transversais ou estruturas multidisciplinares, embora exija uma gestão de conflitos mais cuidadosa.
Coloca a direção no centro e os diferentes níveis se distribuem em anéis concêntricos em direção ao exterior. Visualmente elimina a sensação de hierarquia rígida e transmite uma cultura mais colaborativa e igualitária.
Agrupa os colaboradores por especialidade ou função (marketing, finanças, operações…) independentemente do projeto em que trabalham. Maximiza a eficiência técnica de cada área, mas pode gerar silos se a coordenação entre departamentos não for bem gerida.
Combina elementos de vários modelos para se adaptar às particularidades da empresa. Por exemplo, uma estrutura vertical na alta direção e horizontal nas equipes operacionais. É o mais flexível e o mais comum em empresas médias em crescimento.
| Tipo | Perfil de empresa ideal | Uso na formação |
|---|---|---|
| Hierárquico | Grandes corporações, setor público, bancos | Mostra cadeia de comando clara; útil no onboarding de gestores intermediários |
| Horizontal | Startups, agências, empresas de tecnologia | Facilita a autonomia do novo colaborador desde o primeiro dia |
| Matricial | Consultorias, empresas de projetos, multinacionais | Requer formação específica sobre dupla dependência e gestão de conflitos |
| Circular | Empresas com forte cultura horizontal | Reforça valores de colaboração em módulos de cultura organizacional |
| Funcional | Empresas industriais, manufatureiras | Formação por especialidade; trilhas diferenciadas por área |
| Misto | Empresas médias em crescimento | Permite adaptar o onboarding à realidade estrutural real da empresa |
O primeiro dia em uma empresa é, para muitos colaboradores, um momento de sobrecarga de informação. Nomes, processos, ferramentas, objetivos… O organograma atua como âncora cognitiva: fornece o marco estrutural dentro do qual tudo o mais começa a fazer sentido.
Incorporar o organograma como recurso ativo no plano de onboarding para novos colaboradores tem um impacto direto na velocidade de integração e na redução da incerteza inicial. Algumas boas práticas:
Segundo o relatório Onboarding Key to Retaining, Engaging Talent da SHRM, os colaboradores que seguem um processo de onboarding estruturado têm 58% mais probabilidades de permanecer na empresa três anos depois. Um organograma bem integrado nesse processo contribui diretamente para esse resultado.
O valor do organograma não se esgota no onboarding. No âmbito de L&D (Learning & Development), é uma ferramenta estratégica para desenhar formação estruturada, relevante e personalizada por cargo.
Um organograma bem definido permite à equipe de formação mapear as competências necessárias para cada nível e área e, a partir daí, construir itinerários de aprendizagem específicos. Os responsáveis de área precisam de formação em liderança e gestão de equipes; os perfis técnicos, competências específicas de sua função; as equipes transversais, habilidades de comunicação e trabalho matricial.
Com uma plataforma como o isEazy LMS, é possível atribuir automaticamente trilhas de aprendizagem com base no cargo e no departamento do colaborador conforme aparece no organograma, personalizando a experiência formativa em escala sem intervenção manual.
Cada departamento tem seus próprios processos, ferramentas e dinâmicas. Usar o organograma como guia para criar cursos de onboarding para colaboradores específicos por área garante que o conteúdo formativo seja relevante desde o primeiro módulo. Com o isEazy Author, os responsáveis de cada departamento podem criar seus próprios materiais de indução sem necessidade de conhecimentos técnicos, mantendo o controle sobre o conteúdo e a atualização.
Quando a empresa cresce, se reestrutura ou funde equipes, o organograma muda. Essa mudança deve ser acompanhada de formação específica: novos fluxos de trabalho, novos responsáveis, novas relações entre departamentos. Um LMS conectado ao organograma atualizado permite disponibilizar essa formação de forma imediata e segmentada apenas para os colaboradores afetados.
O caso da ING mostra como uma solução digital centralizada pode revolucionar a forma como uma organização compartilha conhecimento e comunica com seus colaboradores. Com o apoio da isEazy Engage, o banco unificou formação, comunicação interna e conteúdos de gamificação numa única app, aumentando o engajamento e facilitando o acesso ao conhecimento para mais de 1.100 profissionais. Descubra como fizeram isso →
Criar um organograma eficaz não é apenas uma questão de escolher uma ferramenta visual. Requer reflexão prévia sobre a estrutura real da empresa e o uso que será dado a ele. Este é o processo recomendado em cinco etapas:
| Ferramenta | Tipo | Ideal para |
|---|---|---|
| Lucidchart | Online / colaborativa | Equipes que precisam atualizar o organograma com frequência |
| Miro | Online / visual | Workshops de design organizacional em equipe |
| PowerPoint / Visio | Local / estático | Documentos formais ou apresentações de direção |
Um organograma mal criado pode gerar mais confusão do que clareza. Estes são os cinco erros mais comuns e como evitá-los:
O organograma de uma empresa é muito mais do que um diagrama corporativo. É o primeiro mapa que um novo colaborador precisa para se orientar, a base sobre a qual construir trilhas formativas personalizadas e a referência que permite à equipe de L&D criar formação verdadeiramente relevante para cada cargo.
As organizações que integram o organograma de forma ativa em seus processos de onboarding e em sua estratégia formativa conseguem colaboradores mais seguros, mais produtivos e com uma integração mais rápida na cultura e nos fluxos de trabalho da empresa.
Se quiser dar esse passo, a isEazy ajuda você a criar cursos de indução personalizados por departamento, gerenciar trilhas de aprendizagem por cargo e centralizar toda a formação em uma plataforma conectada à estrutura real da sua organização.
O organograma hierárquico distribui a autoridade de cima para baixo, com uma cadeia de comando clara e múltiplos níveis de gestão. É o modelo mais comum em grandes empresas com estruturas formais. O organograma horizontal, por sua vez, reduz os níveis intermediários e aproxima a direção das equipes operacionais, favorecendo a comunicação direta e a tomada de decisões ágil. Startups e empresas com culturas colaborativas costumam preferir o modelo horizontal, enquanto corporações com múltiplas divisões ou requisitos regulatórios optam pelo hierárquico.
Não existe uma norma universal, mas uma boa prática é revisá-lo pelo menos uma vez por ano e atualizá-lo imediatamente diante de mudanças significativas: criação de novos departamentos, fusões, mudanças na direção ou reestruturações internas. Um organograma desatualizado é mais prejudicial do que não tê-lo, especialmente nos processos de onboarding, em que os novos colaboradores o consultam para entender a quem reportar e com quem colaborar desde o primeiro dia.
O organograma deve estar presente desde o primeiro módulo do programa de onboarding, idealmente como recurso visual interativo no LMS ou no curso de indução. Sua função formativa é dupla: por um lado, contextualiza a posição do novo colaborador dentro da estrutura; por outro, facilita a compreensão dos fluxos de trabalho e dos canais de comunicação internos. A prática mais eficaz é complementá-lo com uma breve descrição de cada área e os nomes dos responsáveis, para que o colaborador possa identificar os interlocutores-chave desde o primeiro dia.
Sim, e esse é um dos seus usos mais valiosos na área de L&D. Um organograma bem estruturado permite identificar os papéis de cada cargo e, a partir daí, criar itinerários formativos adaptados às competências exigidas em cada nível ou departamento. Por exemplo, os gestores de área precisam de formação em liderança e gestão de equipes, enquanto os perfis técnicos necessitam de habilidades específicas de sua função. Plataformas como o isEazy LMS permitem atribuir trilhas de aprendizagem com base no cargo ou departamento definido no organograma, automatizando a personalização do aprendizado em escala.
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